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7 patrimônios imateriais de Minas Gerais 

Em Minas Gerais além dos prédios e monumentos históricos tombados existem também alguns bens culturais que são preservados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha). 

Os bens culturais de natureza imaterial são àquelas práticas e domínios da vida social que se manifestam em atividades, ofícios e seus modos de fazer; celebrações; expressões teatrais, plásticas, musicais ou lúdicas; e também lugares tradicionais, que fazem parte da história do estado como mercados, feiras e santuários, que abrigam práticas culturais coletivas. 

 

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Bens tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan):

1. Modo artesanal de fazer queijo de minas, nas regiões do Serro e das Serras da Canastra e do Salitre, em 2008

O modo artesanal de fazer queijo em Minas Gerais é considerado um patrimônio cultural imaterial brasileiro e tombado pelo Conselho Consultivo do Iphan desde 15 de maio de 2008. O instituto inventariou as regiões do Serro, da Serra da Canastra e da Serra do Salitre, locais onde predominam fazendas produtoras de queijo com peculiaridades.

queijo canastra - crédito Marden Couto

 

2. O Toque dos Sinos em Minas Gerais – São João del-Rei, Congonhas, Ouro Preto, Mariana, Catas Altas, Diamantina, Sabará, Serro e Tiradentes, em 2009

O badalar dos sinos no estado é uma forma de expressão utilizada pelas igrejas católicas para anunciar celebrações e ritos religiosos, como festas de santos e padroeiros, Semana Santa, Natal, casamentos, batizados, além da marcação das horas e outras comunicações de interesse geral.

 

 

3. Ofício de Sineiro – São João del-Rei, Congonhas, Ouro Preto, Mariana, Catas Altas, Diamantina, Sabará, Serro e Tiradentes, em 2009

Além do toque dos sinos, o ofício do sineiro também foi tombado pelo instituto desde 2009. Sua importância é fundamental para a produção e reprodução dos toques cada um com a sua característica e que são reconhecidos pela população. O tombamento do ofício de sineiro também contribuiu para a permanência da prática de tocar sino nas cidades mineiras como uma forma de comunicação e identidade. Como não há um centro de formação para sineiros, são os próprios que detém o conhecimento e são responsáveis por perpetuar o ofício. 

 

Bens tombados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha)

4. Folias de Reis, em 2017

Este ano a Folia de Reis foi declarada patrimônio imaterial do estado. A manifestação cultural e festiva é celebrada, anualmente, por católicos, no dia 6 de janeiro. A data marca, segundo a tradição cristã, a visita dos três reis magos ao menino Jesus. Para os devotos a chegada dos Reis Magos simboliza o fim dos festejos natalinos, por isso que nesta data as pessoas retiram os enfeites e desmontam as árvores de natal e os presépios.

 

5. Modo Artesanal de Fazer o Queijo da Região do Serro, em 2004

Antes de ser considerado patrimônio imaterial nacional, o modo de fazer o queijo artesanalmente da região do Serro já era tombado como patrimônio imaterial do estado. Os institutos conservam e protegem a produção desse tipo de queijo tradicionalmente feito de leite cru e reconhecido em todo o estado.

 

6. Festa de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de Chapada do Norte, em 2013

A tradicional festa de mais de dois séculos, tem duração de quinze dias e passa por diversas etapas. Meio Dia (primeiro dia da novena), Novenas (preparação espiritual para a festa), Leilões (durante cinco noites após a celebração da novena), Lavagem da Igreja (mulheres se reúnem para lavar a igreja), Quinta do Angu (distribuição de refeição), Buscada da Santa (encenação da aparição da Virgem do Rosário), Mastro a cavalo (após a última celebração da novena, considerado o apogeu da festa), Reinado (caminhadas e cortejos que conduzem os reis festeiros), Missa da festa, distribuição do doce, coroação, buscada do cofre, divertimentos noturnos, Feira dos Mascates, Tamborzeiros e Congada.

 

7. Comunidade dos Arturos, em 2014

A Comunidade dos Arturos foi a primeira reconhecida como patrimônio cultural do Brasil. Os membros vivem em Contagem, são uma comunidade tradicional, familiar, de ascendência negra, formada pelos descendentes e agregados de Arthur Camilo Silvério e Carmelinda Maria da Silva. A comunidade reúne muitas características que compõe as suas diversas expressões culturais. Os sons e os ritmos dos tambores e outras formas de expressões estão presentes no Batuque, na Folia de Reis, no Candombe, no Reinaldo de Nossa Senhora do Rosário, na Festa da Abolição e na Festa do João do Mato.

 

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