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Diamantina: conheça os principais pontos turísticos da terra de JK

Diamantina tem toda sua história atrelada à exploração de ouro e de diamantes na região. Graças à beleza e ao cuidado do centro histórico, repleto de casarões coloniais preservados, a cidade recebeu o título de patrimônio cultural pela Unesco, em 1999. Pelas ruazinhas e vielas se ouve um pouco da música local em rodas de violão, fanfarras e serestas; vale encarar suas ladeiras para conferir as igrejas e lojinhas de artesanato. 

 

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COMO CHEGAR:

Saindo de BH pegue a BR 040 sentido Brasília, 23 km após Paraopeba pegue a BR 135 e siga até Curvelo. Passe pela cidade e pegue a BR 259 para Diamantina. Tem um pedágio na altura de Capim Branco, a R$ 4,80.

 

PONTOS TURÍSTICOS:

Passadiço da Casa da Glória 

Cartão-postal da cidade, é uma bela passagem que une duas casas coloniais que já foram residências, orfanato, escola para meninas e hoje são sede do Instituto Casa da Glória. Dizem que o passadiço foi erguido para que as internas pudessem atravessar a rua longe dos olhares dos rapazes. 

Rua da Glória, 297/298, (38) 3531-1394, diariamente das 8h às 18h, entrada gratuita 

Passadiço da Glória, em Diamantina - crédito Marden Couto

Passadiço da Casa da Glória (Fotos: Marden Couto)

 

Casa JK 

A casa, na qual Juscelino Kubitschek passou parte de sua infância, foi transformada em museu dedicado ao ex-presidente após sua morte. No interior há uma reunião de fotos, objetos pessoais, uma biblioteca e a réplica de seu consultório médico. 

Rua São Francisco, 241, (38) 3531-3607, de terça a sábado das 8h às 17h, domingos e feriados das 8h às 13h, R$ 5 

Casa JK - crédito Marden Couto

Casa JK

 

Museu do Diamante 

Apesar do nome, o forte aqui é a arte sacra, mobílias e armas dos séculos XVIII e XIX. Uma ala é dedicada à mineração, com algumas pedras expostas e instrumentos usuais do garimpo. 

Rua da Direita, 14, (38) 3531-1382, museudodiamante.museus.gov.br, terça a sábado das 10h às 17h, domingo das 9h às 13h, entrada gratuita 

Museu do Diamante - crédito Marden Couto

Museu do Diamante

 

Casa de Chica da Silva 

Se as paredes dessa residência falassem contariam muito do romance vivido pela ex-escrava Chica da Silva com João Fernandes de Oliveira. Foi ali que a família cresceu e criou seus treze filhos. No interior há uma exposição permanente de painéis, quadros e poemas inspirados em Chica. 

Praça Lobo Mesquita, 266, (38) 3531-2491, terça a sábado das 12h às 17h30, domingo das 9h às 12h, entrada gratuita

Casa de Chica da Silva - crédito Marden Couto

Casa de Chica da Silva

 

Igrejas 

A de Nossa Senhora do Carmo é uma das maiores e mais ricas – com 80 quilos de ouro, e a de Nossa Senhora do Rosário é a mais antiga ainda de pé. A mais fotogênica é a de São Francisco de Assis, com seus três sinos. A Catedral Metropolitana data de 1933 e é a matriz da cidade, e a Capela Imperial do Amparo reúne importantes imagens do século XVIII. 

Igreja de Nossa Senhora do Carmo - crédito Marden Couto

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Igreja de Nossa Senhora do Rosário - crédito Marden Couto

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Igreja de São Francisco de Assis - crédito Marden Couto

Igreja de São Francisco de Assis

Catedral Metropolitana de Diamantina - crédito Marden Couto

Catedral Metropolitana de Diamantina

Capela Imperial do Amparo - crédito Marden Couto

Capela Imperial do Amparo

 

Mercado Velho 

O mercado foi construído em 1835 para os tropeiros que passavam pela região poderem vender seus produtos. Hoje abriga o Centro Cultural David Ribeiro e, aos sábados, tem feira de produtos típicos, com comidinhas e artesanato. 

Praça Barão do Guaicuí, 170

Mercado Velho - crédito Marden Couto

Mercado Velho

 

 

Cineteatro Santa Izabel 

O prédio funcionou como cadeia por 60 anos antes de servir para o entretenimento. O local tem capacidade para 130 pessoas e espaço para exposições e espetáculos musicais. 

Praça Dom Joaquim, 166, (38) 3531-7180, programação deve ser consultada por telefone

Cineteatro Santa Izabel - crédito Marden Couto

Cineteatro Santa Izabel

 

Beco do Mota 

Inspiração para músicos como Milton Nascimento, o beco é point dos universitários e de quem quer aproveitar a noite agitada nos bares e restaurantes. Como as casas da região tem entradas tanto pela Rua da Quitanda quanto pelo Beco do Mota, reza a lenda que os homens entravam nas casas pela Rua da Quitanda e se divertiam no Beco do Mota, antiga zona de prostituição, onde as mulheres “de bem” não podiam frequentar.

Beco do Mota - crédito Marden Couto

Beco do Mota

 

Garimpo Real 

Aqui é possível acompanhar, através de visitas guiadas, todo processo de extração de pedras preciosas de um garimpo de verdade. Evite épocas de chuva, quando não é possível extrair pedras. 

BR-367 p/ Belo Horizonte, 10 km, (38) 3531-1557, garimporeal.com, de segunda a sexta das 8h às 15h, ligar para agendar

 

Caminho dos Escravos  

O caminho foi feito de pedras por escravos no século XVIII para ligar o velho Tijuco e o Mendanha. Na época era passagem para animais, depois virou rota de mineiros e hoje, em pleno estado de conservação, é usado para caminhadas ecológicas. 

Rua Acaiaca, 5, (38) 3531-6416, aberta diariamente

 

Chafariz da Câmara 

Localizado próximo a Câmara Municipal, tem seis bicas em formato de carranca feitas em pedra. Na época da colônia os moradores da cidade buscavam água ali. 

Rua da Direita, 14, de terça a sábado das 10h às 17h, domingo das 9h às 13h

 

LOGO ALI

Biribiri 

Há 8 km de distância de Diamantina, a pacata Vila Biribiri foi construída no século XIX para abrigar os funcionários da Companhia Industrial de Estamparia. Hoje, tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha), tem cerca de 30 casas e uma igrejinha colonial. Próximo a ela, está o Parque Nacional do Biriri, onde há várias nascentes e cursos d´água que formam cachoeiras gostosas para tomar banho entre a vegetação do cerrado, campos rupestres e matas de galeria. 

BR-367, km 587, biribiri.com.br

 

#DICATM

Vesperata

Mesas e cadeiras são espalhadas por toda Rua da Quitanda, onde ao centro o maestro, sobre um tablado, rege os músicos da Banda do 3º Batalhão da PMMG e da Banda Mirim Prefeito Antônio de Carvalho Cruz, que estão instalados nas sacadas dos casarões. É um espetáculo único, que envolve a plateia com canções clássicas e atuais. 

Rua da Quitanda, de abril a outubro, (38) 3531-1667, sábado, às 20h, a partir de R$ 40, minhasgerais.com  

 

ONDE SE HOSPEDAR:

Pousada do Garimpo

Av. da Saudade, 265 – Centro – Diamantina

(38) 3532-1040 

www.pousadadogarimpo.com.br

 

PASSEIOS: 

ARM Turismo

Rua da Quitanda, 36, 2º andar, Centro – Diamantina

(38) 3531-6733 

www.armturismo.com.br

 

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